New Music International Festival. De 04 a 09 de dezembro de 2012. Oi Futuro Ipanema, RJ, Brasil
Novas Frequências

Veja os highlights do Novas Frequências 2012 na mídia

 

“O pequeno festival Novas Frequências tem tamanho inversamente proporcional à sua importância.”
Estadão

“O importante Novas Frequências traz ao Rio músicos que atuam na vanguarda da música pop, eletrônica e experimental. Programação excelente.”
Estadão

“Nota aos produtores de São Paulo: favor atualizar as playlists, e não esquecer do Novas Frequências, em 2013.”
Estadão

“Uma semana inteira de descobertas musicais, eis o que promete o festival Novas Frequências.”
O Globo

“Música eletrônica que não é para dançar. Rock sem refrão, sem letra e sem cantor se sacudindo. Jazz, mas não aquele para se ouvir tomando uisquinho. Dissonâncias, microfonias, batidas quebradas, cascatas de efeitos digitais, improvisos, ruídos, falas, repetição, marretadas de sons sintetizados… Esse é o universo estético que se descortina no Novas Frequências, festival de música contemporânea de vanguarda.”
O Globo

“Ouvidos atentos são essenciais para quem deseja conhecer as atrações do festival carioca Novas Frequências.”
Folha De São Paulo

“Festival Novas Frequências aposta em criatividade e originalidade. Indicado para ouvidos dispostos a sair do padrão.”
MTV

“A qualidade essencial do line-up do Novas Frequências é a forte personalidade e a identidade de seus artistas.”
Deepbeep

“Festival Novas Frequências mostra a música de amanhã.”
Playlist/ IG/ Thiago Ney

“Se existiu um festival surpreendente no ano passado, esse festival foi o Novas Frequências. Agora, para fecharmos o ano de 2012 com chave de ouro, o Novas Frequências está de volta, com mais atrações inéditas e uma promessa de muitas viagens sensoriais.”
Party Busters

“O festival deve concorrer com o Sónar como melhor evento com gringos no Brasil em 2012, com uma escalação focada nas vanguardas da música eletrônica.”
+Soma

“Os paulistanos que gostam de ter seus ouvidos testados pelo o que há de mais experimental na música não podem reclamar deste ano que chega ao fim. No primeiro semestre, prestigiamos a primeira edição brasileira do Sónar, o festival de “música avançada” de Barcelona, que trouxe ao país “avançados” da velha e nova guarda, de Kraftwerk a James Blake. Agora no último sábado, no Beco 203, recebemos pela primeira vez o festival carioca Novas Frequências. Com curadoria de Chico Dub (nome que também está por trás do Sónar), o Novas apostou em bons nomes da música eletrônica experimental, todos inéditos por aqui.”
Rockinchair

“O festival Novas Frequências surgiu no ano passado com uma programação pra lá de fina, separou homens de crianças e foi, do ponto de vista da música contemporânea de ponta, o melhor festival do país ao lado do Sonar SP. Mas acontece que a segunda edição do festival está ainda MELHOR!”
Arthur Dantas

“Começa hoje e vai até domingo a segunda edição do Novas Frequências, cuja primeira edição foi um marco na cultura carioca. Novamente, a escalação é coisa que não se vê fácil nem em evento no exterior. Só coisa boa.”
Urbe/ Bruno Natal

“E lá se foi a segunda edição do Novas Frequências. Diferente do ano passado, quando a curadoria foi mais eclética, esse ano as atrações seguiam todas uma linha minimamente parecida de se utilizar os erros e acasos como parte central de suas composições – e quase todas de maniera bem etérea. Por um lado isso fez com que tenha se perdido amplitude de idéias. Por outro, deu uma linha central e uma abordagem contemporânea por onde se analisar produções distintas”
Urbe/ Bruno Natal

“Depois de uma espetacular estreia no ano passado, o Novas Frequências retorna ao Oi Futuro Ipanema para outro impressionante arsenal de música experimental.”
Time Out

“Que tenhamos hoje no Rio de Janeiro um evento como o Festival Novas Frequências é motivo de comemoração, pelo menos por alguns motivos: enriquecimento do cardápio cultural da cidade, ampliação do gosto e do interesse na música que se faz hoje. Tanto a programação internacional como a presença cada vez mais evidente de artistas que trabalham com possibilidades musicais diversas daquelas celebradas comumente pela música carioca, atestam vitalidade cultural.”

 
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